Inventar uma história é fácil. Construir uma de verdade exige tempo e suor.

Da série: se está na internet, é mentira até que se prove o contrário.

Um dia, uma mulher encontrou um menino chorando e perguntou qual era o problema. Ele disse que era uma decepção e não era bom em nada. A mulher o abraçou e disse: ‘Nunca desista dos seus sonhos, se você acreditar, você pode ser o que quiser.’

O nome daquele garoto? Albert Einstein.

O nome da mulher? Britney Spears.

É engraçado porque é um absurdo óbvio. Mas se a gente trocasse ‘Britney Spears’ por ‘um CEO anônimo’, essa história não seria estranhamente familiar?

A busca por inspiração é válida — desde que não desligue o senso crítico. No trabalho, as melhores lições não vêm de anedotas fofas, e sim de experiências reais, com dados, contexto e as falhas que ensinam de verdade.

Quer inspiração de impacto? Autenticidade. Em vez de caçar “Einsteins imaginários”, que tal documentar e compartilhar as histórias reais de superação do seu time — com números, decisões, trade-offs e aprendizados?

E você: como separa bom storytelling de fanfic corporativa no dia a dia?


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