
Nos últimos meses, a inteligência artificial passou a fazer parte de praticamente todas as conversas estratégicas nas empresas. A promessa de automação, decisões mais inteligentes e vantagem competitiva é real — e está mais acessível do que nunca.
Mas aqui vai um alerta importante (e necessário): IA só funciona bem quando existe uma base de dados consistente, organizada e confiável.
E, por incrível que pareça, muitas empresas ainda não chegaram lá.
O que você vê no dashboard é só a ponta do iceberg
Muitos profissionais — e especialmente os decisores — veem um dashboard bonito na tela e acham que o trabalho está feito. Mas quem trabalha com dados sabe: por trás de cada gráfico há um universo de processos, transformações, integrações e ajustes finos que, quando bem construídos, tornam os dados rápidos, confiáveis e úteis de verdade.

Para os profissionais de TI e áreas técnicas que lidam com a geração de relatórios, isso significa:
- Automatizar a coleta e o tratamento dos dados, reduzindo o trabalho manual e os riscos de erro.
- Organizar as fontes de dados em estruturas robustas (como data lakes e data warehouses bem modelados).
- Garantir que as análises sejam reproduzíveis, escaláveis e auditáveis.
- Ter governança: saber de onde os dados vêm, como foram tratados e o que significam.
Sem isso, qualquer IA que se tente aplicar será como construir um arranha-céu sobre areia movediça.
A ilusão do “pular etapas”
É compreensível que a alta gestão queira ir direto ao ponto: usar IA para prever comportamentos, automatizar decisões e ganhar tempo. Mas a realidade é que não existe atalho sustentável na jornada de dados.
Antes de pensar em IA, é preciso garantir que:
- Os dados certos estão sendo coletados.
- As análises respondem às perguntas corretas do negócio.
- Existe confiança nos números apresentados.
- Os times têm acesso fácil e rápido às informações.
E é aí que entra o Business Intelligence. Não como algo “básico” ou “inicial”, mas como a infraestrutura crítica que torna qualquer tecnologia de ponta possível.
Sou parceiro, não substituto
Para os profissionais técnicos que leem esse post, deixo claro: meu papel não é substituir ninguém — é somar.

Ao automatizar tarefas repetitivas, você ganha tempo para atuar de forma mais estratégica. Ao estruturar dados de forma eficiente, seus relatórios ganham velocidade e precisão. Ao criar análises que respondem perguntas do negócio, você se aproxima da gestão e aumenta sua visibilidade.
Trabalho ao seu lado para tirar o BI do “sofrimento” de planilhas quebradas e scripts manuais, e colocá-lo em outro nível. Mais confiança. Mais tempo. Mais impacto.
E para você, gestor ou gestora que quer ver IA funcionando na prática:
A boa notícia é que dá, sim, para chegar lá. Mas é preciso começar certo.
BI bem estruturado não é só “coisa de TI”. É a base para decisões mais rápidas, seguras e inteligentes. Quando você tem os dados certos, no momento certo, tomar decisões deixa de ser um desafio — e passa a ser uma vantagem.
Se você sente que ainda não tem clareza total sobre os dados da sua empresa, ou se os relatórios não refletem a realidade do negócio com precisão, vale parar e repensar: será que estamos prontos para a IA? Ou ainda estamos patinando no básico? Se você sente que ainda não tem clareza total sobre os dados da sua empresa, ou se os relatórios não refletem a realidade do negócio com precisão, vale parar e repensar: será que estamos prontos para a IA? Ou ainda estamos patinando no básico? Comenta aqui!
Vamos conversar?
Meu trabalho é justamente ajudar empresas a organizarem essa base. Se quiser trocar uma ideia, entender melhor como o BI pode transformar seus dados em ativos reais — e abrir caminho para a IA —, é só me chamar. Vai ser um prazer te ouvir.
Este post foi revisado com ajuda de IA.




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